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Um homem de 48 anos de idade apresentou-se à Defensoria Pública do DF (DPDF) buscando se inscrever em programas de transferência de renda. Chegou até a Defensoria após ser orientado por um assistente social que trabalha em uma Organização Não Governamental (ONG) que atua junto às pessoas em situação de rua. O assistente social o orientou que fosse à DPDF buscar formas de conseguir retirar uma nova via de seu documento de identidade e também buscar informações a respeito de como ser inscrito em programas sociais. Ele está em situação de rua há cerca de 3 anos, quando migrou de sua cidade de origem, no interior do Tocantins. Conta que veio para ficar na casa de um primo, morador da região de São Sebastião, a fim de buscar emprego. Conta que sua meta era conseguir uma ocupação, alugar uma casa e trazer sua esposa e duas filhas menores de idade para Brasília. Em seus primeiros meses na capital federal, não conseguiu se firmar em trabalhos, tendo em vista sua baixa escolaridade e pouca qualificação profissional. Em Tocantins, era agricultor, e é considerado analfabeto funcional. Após 5 meses na casa de seu primo, foi convidado a se retirar, pois, segundo ele, o homem não ajudava nas despesas e ainda estava provocando muitos problemas por chegar em casa muito embriagado todos os dias. Desde então, perambula pelas ruas de Brasília. Há aproximadamente 8 meses que ele está fixado na região do Setor Comercial Sul da cidade, local onde diversas pessoas em situação de rua encontram abrigamento coletivo debaixo de marquises. Foi nesse contexto que ele conheceu as pessoas da ONG que lhe prestam auxílio. O homem relata que, neste momento da vida, seu maior desejo é ter um lugar para se abrigar, pois não aguenta mais viver nas ruas e não tem dinheiro suficiente para voltar à sua cidade de origem.
Após o atendimento na Defensoria Pública e o ingresso em programas específicos do Sistema Único da Assistência Social (SUAS), o homem incentivou alguns de seus companheiros que estão em situação de rua a buscarem equipamentos públicos da política de assistência social, no sentido de encaminharem resolutividade para alguns aspectos de suas vidas. Um deles, a partir das orientações recebidas, procurou orientação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP). Lá, ele pode requerer um conjunto de direitos e ações. Quanto às ações que podem ser oferecidas em um Centro POP, assinale a alternativa que apresenta ações típicas desse serviço.