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Hortas comunitárias reforçam a segurança alimentar da população
Garantir uma alimentação de boa qualidade a um custo mais baixo tem sido possível para pessoas com acesso às seis hortas comunitárias urbanas existentes no DF. São duas em São Sebastião, uma em Sobradinho, uma no Guará, uma no Sudoeste e duas na Asa Norte. O coordenador do Programa de Agricultura Urbana da Emater destacou a possibilidade de transformar um terreno baldio em uma horta produtiva e a integração que a iniciativa promove entre as pessoas envolvidas. As hortas comunitárias são regulamentadas pela Lei distrital nº 4.772, de 2007.
Construir hortas no DF faz parte do Programa de Agricultura Urbana da Emater, cujo objetivo é incentivar a segurança alimentar. Os equipamentos podem ser implementados em escolas e áreas públicas, unidades públicas de saúde, prédios e áreas disponíveis da administração direta e indireta, terrenos de utilidade pública e terrenos particulares e condomínios. A Emater dá suporte aos equipamentos com doação de insumos e assessoria técnica.
O coordenador da Política de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana da Secretaria de Agricultura (Seagri) e responsável pelo projeto das hortas urbanas disse que, além das sete hortas já regularizadas, existem 17 em processo de regularização. “A Secretaria de Saúde, por exemplo, tem um projeto de construção de quatro hortas de plantas medicinais”, explicou.
Uma das hortas mais conhecidas e efetivas da cidade é a Girassol, em São Sebastião, construída em 2005 em um terreno baldio. No início, a intenção dos participantes do projeto era evitar a proliferação de ratos. Foram feitas duas pequenas hortas e cercadas com tela. Hoje são 5 mil m² de área plantada. A coordenadora do projeto agora aguarda ansiosa a chegada do dia 12, quando a horta receberá o documento de regularização.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados por serem paroxítonos.