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Uma paciente de 57 anos de idade, em tratamento com quimioterapia para adenocarcinoma de mama metastático diagnosticado há dois anos, foi internada, em enfermaria de hospital terciário, para tratamento de broncopneumonia comunitária. A equipe da oncologia solicitou avaliação da cardiologia com indicação de seguimento em conjunto pela queixa da paciente de dispneia aos mínimos esforços, com alteração dos níveis de NT-proBNP sanguíneos.
Se, no decorrer de alguma fase da quimioterapia, essa paciente tiver feito uso de inibidores de VEGF ou de inibidores de aromatose (terapia hormonal), o seu risco tromboembólico arterial também estaria aumentado.