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Um paciente de 80 anos de idade foi encaminhado para reabilitação cardiovascular, após internação recente, tendo recebido alta, há 15 dias, em classe funcional II por insuficiência cardíaca descompensada perfil B, tendo diagnóstico de miocardiopatia isquêmica após infarto agudo do miocárdio, há cinco anos, tratado com angioplastia primária de lesão única, em descendente anterior, com sucesso, mas permanecendo com disfunção ventricular e fração de ejeção estimada em 30% pelo método de Simpson.
Enquanto os benefícios clínicos da reabilitação cardiovascular, para esse paciente, são claros, o custo-efetividade de montagem de programas estruturados fora de grandes centros terciários de cardiologia é desfavorável.