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Um paciente de 68 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, realizou exames solicitados pelo seu cardiologista, que apresentaram um valor de BNP = 950 pg/mL e ecocardiograma com fração de ejeção = 38%, com alteração estrutural predominantemente nas câmaras esquerdas. Apesar das alterações encontradas, o paciente negou a presença de dispneia, de palpitações, de edemas ou de quaisquer outros sintomas. Ele recebeu, então, diagnóstico de insuficiência cardíaca (IC). A respeito desse diagnóstico, é correto afirmar que se trata de IC com fração de ejeção