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Uma paciente de 80 anos de idade, com suspeita de hipertensão arterial, antecedente de diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta com o cardiologista para controle pressórico e elucidação clínica.
Nessa paciente, é necessário aplicar a escala clínica de fragilidade, estando associada a maior risco de hipertensão arterial, doença subclínica, eventos cardiovasculares e mortalidade.