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O Abrigo Estadual de Mulheres, vinculado à Secretaria Estadual de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), é um refúgio para as vítimas de violência doméstica que têm as próprias vidas ameaçadas. No Pará funcionam quatro unidades: em Belém, Santarém, Altamira e Marabá. A localização não é identificada para garantir a segurança das mulheres que passam pelo local. O prazo do acolhimento pode ser estendido por 90 dias ou mais, em alguns casos específicos. As mulheres direcionadas para o abrigo recebem acompanhamento psicológico e só deixam o local com as medidas judiciais que garantem sua integridade. O espaço também conta com brinquedoteca para os filhos das mulheres atendidas. Além dos filhos de até 14 anos de idade, as mulheres podem levar parentes do sexo feminino que também estejam ameaçadas. Outro trabalho importante realizado pela equipe do abrigo é o resgate dos vínculos familiares. “Muitas delas brigam com a família para ficar com os agressores e, quando rompem o laço com eles, têm dificuldade de serem aceitas pela família. Entretanto, o que elas mais precisam é do apoio desses familiares nesse momento, por isso, nesses casos, são realizadas visitas técnicas com o intuito de restabelecer essa conexão”, explicou a psicóloga do abrigo.
Com relação à sintaxe do período, a oração sublinhada no trecho “é um refúgio para as vítimas de violência doméstica que têm as próprias vidas ameaçadas.” (linhas 3 e 4) classifica-se em oração subordinada