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Experiência positiva estimula uso de chip para rastrear gado no Brasil
(5/12/2011) O Brasil tem um dos maiores rebanhos bovinos do mundo, com cerca de 200 milhões de cabeças, e exporta aproximadamente 2 bilhões de reais (US$ 1,3 bilhões) em carne por ano. A indústria eletrônica no Brasil, por outro lado, representa apenas 1,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Mas isso pode estar prestes a mudar.
No início [de 2011], a empresa pública brasileira CEITEC S.A. (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada), relatou que seu chip de identificação por radiofrequência (RFID) nacional, conhecido como o “chip do boi”, completou com sucesso um teste de campo de 12 meses conduzido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O estudo envolveu o rastreamento de 2.500 bois em fazendas dos estados de Mato Grosso do Sul e Minas Gerais (...).
Isso foi uma notícia boa, tanto para os pecuaristas brasileiros quanto para a indústria emergente de semicondutores do País. “Atualmente, os agricultores no Brasil devem identificar o seu gado, mas não há nenhuma obrigação de que eles utilizem RFID para fazê-lo”, diz Marcelo Lubaszewski. “No entanto”, acrescenta, “o governo recomenda RFID como uma forma eficiente para apoiar os requisitos do cliente”. A razão para o uso de RFID é a segurança, a qualidade e a exportação da carne, segundo ele. “Os clientes, em geral, querem saber tudo a respeito do que estão comprando e a melhor maneira de acompanhar a história do gado é por algum tipo de meio eletrônico”.
De acordo com a norma-padrão e os mecanismos de coesão utilizados no texto, assinale a alternativa correta.