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I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?
Por Raphael Conceição
O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.
A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.
No trecho “[...] quando aceitamos a IA qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica” (8º parágrafo), o verbo em destaque apresenta um valor semântico que: