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I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso? Por Raphael Conceição O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”. A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana. É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.
“É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade” (3º parágrafo).
A oração em destaque pode ser classificada como: