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CASO CLÍNICO 1
Mãe, P.A.L.S., 27 anos, primigesta, admitida em maternidade na 26ª semana de gestação em trabalho de parto. Feto vivo, com polo cefálico e batimentos cardiofetais de 145 bpm. Realizado teste rápido para HIV e sífilis, ambos negativos. Recebe dois ciclos de corticoide. Recém-nascido, parto cesáreo, com idade gestacional de 27 semanas pelo método de New Ballard Score, apresentando Apgar de 5 e 8, no primeiro e quinto minuto, respectivamente, peso ao nascer de 860g.
Na unidade neonatal, o recém-nascido em questão evoluiu com piora respiratória. Estava sendo mantido inicialmente em ventilação não-invasiva com pressão positiva (FiO2 25%, Pins 18, PEEP 5, Fr 30) devido ao diagnóstico clínico e radiológico de síndrome do desconforto respiratório. Após piora, os parâmetros ventilatórios foram elevados para FiO2 35%, Pins 23, PEEP 6, Fr 35, com recém-nascido evidenciando desconforto respiratório importante e saturação periférica de oxigênio de 88%. Hemodinamicamente estável. Qual a conduta mais acertada para tal situação?