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Criança de oito anos, sexo masculino, apresenta quadro de cefaleia crônica recorrente, bifrontal, em peso, de forte intensidade e levando o paciente a evitar atividades físicas rotineiras, motivo que levou os pais a buscar ajuda médica. Durante os episódios cursa com vômitos. Não apresenta fotofobia ou fonofobia. Tais crises duram cerca de um dia e costumam apresentar melhora intensa, após o período de sono. Ainda assim, utilizam cerca de oito comprimidos de dipirona por mês para combate à dor. Algumas horas antes do início da cefaleia costuma apresentar fadiga e irritabilidade. Pais negam outros sinais e sintomas. Durante avaliação neurológica fora das crises não foram encontradas alterações ao exame físico. Segundo as orientações vigentes da Sociedade Internacional de Cefaleia, o diagnóstico mais provável é: