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O diagnóstico definitivo de sífilis congênita representa um processo complexo, requerendo a avaliação da história clínico-epidemiológica da mãe, principalmente em relação ao tratamento, e se este foi adequado, e de exames laboratoriais e de imagem do recém-nascido, para que se possa classificar o caso e definir a proposta terapêutica. No caso de uma gestante com sífilis inadequadamente tratada na gestação: