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Supers
“Superman” contra “Batman”, o filme*, é apenas o exemplo mais evidente de uma tendência preocupante, da qual poucos se deram conta. Os super-heróis não estão mais combatendo vilões, estão combatendo um ao outro.
Quem imaginaria que um dia veríamos o Super-Homem e o Homem-Morcego no mesmo filme não como aliados contra o crime, mas como inimigos?
Do nosso tempo de leitores de gibis até agora, dissolveram-se as barreiras entre o bem e o mal, ou o Bem e o Mal, e nossos heróis perderam a certeza da sua missão na Terra.
Hoje não faltam heróis, faltam vilões, ou vilões facilmente identificáveis. Há uma enorme quantidade de poderes ociosos no mundo, aguardando a volta dos tempos em que não havia dúvidas sobre quem eram os maus.
Resta aos super-heróis medirem seus poderes enquanto esperam.
Quem imaginaria que um dia veríamos o Super-Homem e o Homem-Morcego no mesmo filme não como aliados contra o crime, mas como inimigos? (2º parágrafo)
O termo sublinhado tem o mesmo sentido de “porém”, porque