do crescente desemprego estrutural, com trabalhadores em condições de trabalho precárias, insatisfeitos, subjugados pela maior valorização do capital em detrimento do humano, e da revolução tecnológica, na qual homens e mulheres vêm lidando com tensões para se adaptarem a esses novos tempos, com a fragilização dos direitos trabalhistas em alguns países, incluindo o Brasil.