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Considere a tabela abaixo.
| Fator Consequência (determina o nível de consequência caso o risco ocorra) | Fator Exposição ao Risco (determina a frequência com que esse risco ocorre ou pode ocorrer) | Fator Probabilidade (determina a chance de o risco ocorrer) |
|---|---|---|
| Catastrófico, quebra da atividade, fim da empresa: 100 | Várias vezes ao dia: 10 | Espera-se que aconteça: 10 |
| Severo, prejuízos: 50 | Uma vez ao dia, frequentemente: 5 | Completamente possível, 50% de chance: 6 |
| Grave: 25 | Uma vez por semana ou ao mês, ocasionalmente: 3 | Coincidência se acontecer: 3 |
| Moderado: 15 | Uma vez ao ano ou ao mês, irregularmente: 2 | Coincidência remota: 1 |
| Leve: 5 | Raramente possível, sabe-se que ocorre, mas não com frequência: 1 | Extremamente remota, porém possível: 0,5 |
| Nenhum ou pequeno impacto: 1 | Remotamente possível, não se sabe se já ocorreu: 0,5 | Praticamente impossível, uma chance em um milhão: 0,1 |
A tabela apresenta um tipo de matriz de risco que é utilizada como parte de um método de análise de risco para cálculo do Grau de Criticidade-GC. Para calcular o GC devem-se multiplicar os 3 valores dos fatores incidentes ao risco sendo analisado, de acordo com a tabela. De acordo com a resposta do GC, obtém-se um indicador de tratamento de risco:
− GC maior ou igual a 200: correção imediata, risco tem que ser reduzido.
− GC menor que 200 e maior que 85: correção urgente, requer atenção.
− GC menor que 85: risco deve ser monitorado.
Um Analista de Sistemas precisa calcular o GC do risco de ocorrer dano físico no servidor principal do TST por falhas no fornecimento de energia elétrica e no nobreak. A consequência, caso o risco ocorra, implica em prejuízos da ordem de milhões de reais. O TST está exposto a este risco cerca de uma vez ao mês, mas é remota a probabilidade que aconteça de fato.
Com base na situação apresentada, conclui-se que o risco