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A criptografia digital é um mecanismo de segurança para o funcionamento dos programas computacionais. Como os dados tornam-se embaralhados, eles ficam inacessíveis a pessoas não autorizadas.
O Tribunal Superior Eleitoral usa algoritmos proprietários I , de conhecimento exclusivo do TSE.
O boletim da urna eleitoral é criptografado de forma segmentada, assinado digitalmente e transmitido.
Além da criptografia, existe a II , que é o processo pelo qual são recuperados os dados previamente criptografados.
No recebimento do boletim da urna eleitoral ocorre: − a validação da compatibilidade da chave pública de assinatura digital do boletim de urna com a chave privada do Totalizador; − a decriptografia do boletim de urna de forma segmentada; − a leitura do boletim de urna decriptografado; − o armazenamento do boletim de urna criptografado e decriptografado.
As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas com