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Ninguém duvida de que as redes sociais alteram crenças e comportamentos humanos. Desde que nossos ancestrais andavam em bandos pelas estepes africanas, as redes sociais serviam para trocar ideias, homogeneizar crenças e influenciar atitudes.
Nessas populações, as redes operavam por meio de conversas face a face, em volta de uma fogueira. Mais tarde, nas cidades, havia discussões em praça pública, conversas nos mercados e discursos de políticos. Foram essas redes sociais que moldaram o pensamento e as ações das civilizações antigas e das nações modernas.
Mas na última década surgiu a comunicação digital e parte das interações sociais adquiriu um caráter virtual, a partir de sistemas como o Facebook, o Twitter e outros, que nada mais são do que as velhas redes sociais, agora na forma digital. Muitos cientistas se perguntam qual o seu poder real. Exemplos recentes, como a Primavera Árabe, sugerem que as novas redes sociais influenciam comportamentos e crenças, mas é difícil definir e medir separadamente a contribuição das redes tradicionais e a das redes digitais para esse processo. Como teria sido a Primavera Árabe sem e-mail, Twitter e Facebook?
...redes sociais que moldaram o pensamento...
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em: