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Homem, 60 anos, etnia caucasiana, apresentou infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST, sendo necessária cirurgia de revascularização miocárdica. Após quatro meses da cirurgia, o ecocardiograma mostra fração de ejeção de 30%, e o eletrocardiograma apresenta ritmo sinusal e alterações inespecíficas da repolarização ventricular. Holter sem arritmias sustentadas. Atualmente paciente em classe funcional II em uso de furosemida, valsartana-sacubitril, empagliflozina e metoprolol. Frequência cardíaca de 60 bpm e pressão arterial de 110 x 70 mmHg.
Qual terapêutica adicional estaria indicada nesse momento?