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Paciente do sexo feminino, de 44 anos, em seguimento por câncer de mama, triplo negativo, tratado há dois anos, é avaliada em consulta de rotina. A paciente é portadora de mutação patogênica em BRCA1, assim como sua mãe, já falecida. Durante o exame físico, o médico nota lesão escurecida em dorso, com áreas de coloração mais enegrecida e áreas acastanhadas, assimétricas, de bordas irregulares, de um centímetro no maior diâmetro. A paciente refere que percebeu a lesão há cerca de dois meses, mas pensou se tratar de alguma alergia.
Nesse caso, a hipótese mais provável é