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A vontade de homogeneização do dinheiro global é contrariada pelas resistências locais à sua expansão. Há também uma vontade de adaptação às novas condições do dinheiro, já que a fluidez financeira é considerada uma necessidade para ser competitivo e, consequentemente, exitoso no mundo globalizado.
De acordo com Milton Santos (2021), a constituição dos blocos obedece a esse mesmo princípio, de modo a permitir às respectivas economias, mas sobretudo aos Estados líderes e às empresas neles situadas, que possam participar de modo agressivo do comércio mundial, buscando – o que lhes parece necessário – a cobiçada hegemonia.
O continente mais avançado no processo descrito é a