///
Amigo Doroteu, prezado amigo, Abre os olhos, boceja, estende os braços E limpa as pestanas carregadas O pegajoso humor, que o sono ajunta. Critilo, o teu Critilo, é quem te chama; Ergue a cabeça da engomada fronha, Acorda, se ouvir queres cousas raras.
De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira, 2015), nos versos, atribuídos a Tomás Antônio Gonzaga, identifica-se o tom