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Lucas, um recém-nascido de 32 semanas de idade gestacional, nasceu por parto cesáreo de urgência devido a sofrimento fetal agudo. Sua mãe apresentou febre materna intraparto (38,5 ºC) e rotura prolongada de membranas (> 18 horas), sem uso de antibióticos profiláticos. Nas primeiras 6 horas de vida, o recém-nascido desenvolveu taquipneia intensa (frequência respiratória: 72 irpm), gemência, retração subcostal e temperatura instável. O exame revelou perfusão periférica prolongada e letargia moderada. Foi iniciada oxigenoterapia e realizada coleta de exames laboratoriais, incluindo hemocultura, hemograma e proteína C reativa (PCR).
Os resultados laboratoriais mostraram:
Hemograma: leucocitose (25.000/mm³), relação I/T aumentada (> 0,3)
PCR: 12 mg/L (valores elevados)
Hemocultura: aguardando resultado
Diante do quadro, a equipe médica iniciou antibioticoterapia empírica.
Nesse caso, qual é a melhor conduta a ser seguida?