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A ONU estabeleceu que existem elementos de “genocídio intencional” na operação militar realizada há um ano no estado de Rakain, contra a minoria muçulmana rohingya, e que os responsáveis das Forças Armadas devem ser investigados e julgados por um tribunal internacional, além de criticar a líder de fato do país, Aung San Suu Kyi, por sua passividade.
Os especialistas da Missão Internacional de Investigação da ONU pedem ao Conselho de Segurança para levar o caso à Corte Penal Internacional (CPI) ou para criar um tribunal internacional penal “ad hoc” para julgar os crimes cometidos pelas Forças Armadas.
(Exame, 27.08.2018. Disponível em . Adaptado)
A missão da ONU pediu a investigação e o julgamento de oficiais das Forças Armadas