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Paciente de 87 anos, hipertenso e diabético, apresenta dispneia progressiva aos esforços há 8 meses, agora, limitando atividades básicas, como banho e troca de roupas. Refere episódios de tontura durante caminhadas rápidas. Exame físico: PA = 130 x 70 mmHg, FC = 88 bpm, ausculta cardíaca com sopro sistólico rude, em crescendo e decrescendo, irradiando para carótidas. Radiografia de tórax com leve aumento da área cardíaca. Ecocardiograma: área valvar aórtica de 0,8 cm2, gradiente médio de 45 mmHg, fração de ejeção ventricular esquerda preservada.
Com base nas características do paciente, qual abordagem terapêutica seria mais apropriada para o manejo dessa cardiopatia?