///
Paciente de 56 anos, previamente hígido, é encontrado inconsciente em casa, sem respiração e sem pulso palpável. O SAMU chega 5 minutos após o chamado. Durante o atendimento, o paciente está cianótico, com Glasgow 3, apneico, sem pulso central, pupilas midriáticas fixas. Equipe inicia manobras de reanimação cardiopulmonar, conforme protocolo, com ritmo visualizado no desfibrilador externo automático com o seguido traçado eletrocardiográfico:
Após 72 horas do evento, o paciente permanece em coma não reativo, com ausência completa de reflexos do tronco encefálico. Está normotérmico, normotenso e sem uso de sedação há mais de 24 horas.
Segundo a Resolução CFM nº 2.324/2022, quais são os critérios obrigatórios para a confirmação da morte encefálica nesse cenário?