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Paciente masculino, 15 anos, comparece ao consultório na presença dos pais com queixa de assimetria facial. Na anamnese, paciente nega sintomatologia álgica local e não consegue referir quando a lesão teve início. Ao exame clínico apresenta aumento de volume unilateral da maxila à direita com apagamento do sulco nasogeniano, sem qualquer alteração dentária. Ao exame radiográfico constata-se presença de lesão sem margens definidas associada a uma opacificação discreta compatível com “vidro despolido”, ocupando a maxila à direita e seio maxilar ipsilateral. Frente a esses dados, a hipótese diagnóstica mais provável para esse paciente é: