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Em 2007, Antonio Jozzolino, então estudante, descrevia o que era montar uma página de jornal: “você pegava uma prancha de cartão triplex no tamanho exato do jornal, colocando 4 a 5 centímetros de margem. Fixava a lâmina de cartão com uma fita crepe em uma prancheta. Riscava a grade usando régua T e esquadro com lapiseira azul, que não era capturada pelo fotolito mecânico. […] Pronta a grade, com as marcações das colunas e dos espaços entre elas, chegava a hora do (a) , que consistia em colar, com cola de benzina […] as lâminas de texto previamente encomendadas a terceiros que faziam o serviço de fotocomposição. Os textos chegavam impressos em um papel fotográfico, no tamanho das colunas previamente definidas pelo projeto gráfico do jornal. Então você precisava recortar com estilete aquelas tiras e ir ajustando as colunas nos espaços. Na maioria das vezes, era necessário cortar e colar as últimas linhas ou mesmo letras, forçando um kerning maluco para que as colunas ficassem alinhadas e justificadas.”
A palavra que completa o texto está em desuso na área gráfica porque esse trabalho é executado em computador por meio de softwares gráficos. Essa palavra é: