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José Mujica conseguiu uma proeza incrível: colocou o Uruguai no mapa. Desde que assumiu a Presidência, em 2010, ele foi capa do “New York Times” e entrevistado pelos principais jornais da América e da Europa, por canais de TV japoneses e coreanos. Na Itália, foi chamado de “o Mandela sul-americano”, e o jornal “Guardian” imaginou como seria o Reino Unido se Mujica fosse primeiro-ministro. Todo esse alvoroço para o presidente de um país de três milhões de habitantes, perdido no Sul do mundo, e que só surge nas manchetes vez ou nunca por algo relacionado a futebol, costuma ter uma explicação tão implacável quanto discutível: Mujica é um presidente diferente.
Entre as importantes decisões tomadas pelo Uruguai em 2013, é correto apontar