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F.A.C., auxiliar de enfermagem, procurou o Conselho de Regional de Enfermagem buscando orientação sobre como proceder frente a uma situação rotineira no hospital onde trabalhava. Relatou que trabalhava em uma unidade cirúrgica e que, em determinados plantões, a prescrição de medicação pré-anestésica era feita por telefone, sendo que, na maioria das vezes, ela sequer conhecia o médico que ordenava a administração da droga. Informou ainda que, no hospital, não existia protocolo clínico para a aplicação de medicamentos utilizados como pré-anestésicos.
Frente ao exposto, a auxiliar de enfermagem deve ser orientada a