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Salas de cinema mais vazias, restaurantes sem filas de espera, linhas de celular que não têm mais dono e aparelhos de musculação, outrora concorridos, que passam horas sem gerar suor. Esses são alguns reflexos na vida real dos europeus, fruto de uma crise que teve início em 2008 e parece cada vez mais grave (...).
A retração do PIB, apontada pelos dados oficiais, mostra a economia mais fraca no continente, mas outros indicadores retratam melhor a cara “humana” da crise.
Dois dos países mais atingidos por essa crise são