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Os jovens operários de uma obra têm constantemente os olhos fixos no instrumento em ação. Observam a ferramenta e não sabem observar-se a si mesmos. Sua fadiga resulta frequentemente de uma má posição em relação ao trabalho: muito baixa para polir uma cornija, por exemplo, ou demasiado alta. Eles não pensam em colocar os andaimes numa altura adequada, não sabem que é justificável e que ninguém os criticará por isto; pelo contrário, mostrarão que dominam sua profissão. Assim, forçam-se muito e somente quando se veem esgotados deixam o posto de trabalho, reclamando dos olhares dos outros (e do chefe), querendo mostrar uma segurança que não têm (CRU; DEJOURS, 1987, p. 34).
É correto afirmar que o relato faz referência