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Um meteorologista descobriu que se uma pluma circular, de um determinado poluente convencional, de raio 200 km, centrada na linha do polo sul (90°), inicialmente em repouso em relação à Terra, for levada para linha do equador (0°), ao longo de uma superfície isobárica (barotropia), conservando a sua área, a circulação relativa em torno da circunferência, na latitude do equador C = Cf, pode ser calculada pela expressão derivada do teorema de Bjerknes: C = C0 - 2 Ω A (sen(latitudefinal) - sen(latitudeinicial)), onde C0 é a circulação inicial (no polo sul) e A é a área circular da pluma.
Sabendo que o valor da velocidade de rotação da Terra Ω é aproximadamente igual a 7,292 x 10-5 rad s-1, e que por definição C = ∮ U⃗ ⋅ dl, onde U⃗ é o vetor velocidade do vento e dl é vetor variação infinitesimal ao longo da pluma circular, determine o valor aproximado da velocidade tangencial da pluma e o tipo de rotação que ela adquiriu.