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Além dos desequilíbrios nos sistemas de neurotransmissores e das alterações no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHA), evidências também apontam para processos inflamatórios, disfunções mitocondriais e alterações epigenéticas como fatores contribuintes na fisiopatologia do Transtorno Depressivo Maior.
Da parte genética, embora a expressão de genes tenha alterações, este transtorno não é causado por uma alteração cromossômica numérica, como no caso de