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Portadoras de mensagem espiritual do passado, as obras monumentais de cada povo perduram no presente como o testemunho vivo de suas tradições seculares. A humanidade, cada vez mais consciente da unidade dos valores humanos, as considera um bem comum e, perante as gerações futuras, se reconhece solidariamente responsável por preservá-las, impondo a si mesma o dever de transmiti-las a plenitude de sua autenticidade.
No curso da restauração de um edifício de interesse patrimonial, deve-se buscar a unidade de estilo, de modo que as contribuições de épocas distintas sejam homogeneizadas, em favor da unidade compositiva.