Entre as dificuldades para o estabelecimento da relação entre o adoecimento ou sofrimento mental e o trabalho destaca-se a naturalização ou banalização do sofrimento e(ou) adoecimento, mesmo entre profissionais de saúde, o que, muitas vezes, se soma ao preconceito quanto à possibilidade de simulação ou magnificação dos sintomas por parte do trabalhador.