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Vemos como o “desencanto” com a modernidade é uma dimensão constitutiva das interpretações clássicas da sociologia, o que assinala a visão crítica dos autores e da própria disciplina, além de abrir a possibilidade de interpretação de suas teorias para além da modernidade.
Para Marx, a organização da produção, em sua essência, manteve-se igual na passagem do capitalismo feudal para o capitalismo industrial, dado que a riqueza continuou a ser produzida pelas classes baixas e apropriada pelas classes altas.