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O AMAROS trial analisou a possibilidade de não se dissecarem os linfonodos axilares na eventualidade de linfonodo sentinela positivo, comparando a dissecção axilar com a radioterapia da axila: pacientes mastectomizadas apresentaram prognóstico pior quando submetidas à radioterapia axilar, pois, embora tenha sido observada menor limitação do ombro, apresentaram mais linfedema.