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Em fevereiro de 2016, a Fiocruz identificou a presença ativa do zika na saliva e na urina de pacientes. Na ocasião, o presidente da instituição afirmou que “o fato de haver um vírus ativo com capacidade de infecção na urina e na saliva não é uma comprovação, ainda, nem significa que necessariamente o será ou que há possibilidade de infecção de outras pessoas de maneira sistêmica através desses fluidos”.
Em comunicado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não reconheceu o aleitamento materno como fator de risco de transmissão. Com base nisso, a recomendação é que mães não suspendam a amamentação. A forma comprovada de contágio do filho pela mãe se dá na gestação e na hora do nascimento. Transfusões de sangue são também uma forma de contágio possível.
A principal via de transmissão do vírus zika é a picada de mosquitos infectados da espécie do gênero Aedes, mas outras formas de contágio já foram identificadas.