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De acordo com o Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, para fins de vigilância epidemiológica, o acompanhamento dos casos primários, em que a microcefalia está presente no nascimento, é prioritário em relação ao acompanhamento dos casos secundários, nos quais o crescimento normal do perímetro cefálico ocorre depois do nascimento e raramente está ligado ao zika vírus.