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Joana procurou atendimento psicológico para sua filha Manuela de dezesseis anos de idade relatando que, há aproximadamente um mês, a filha não consegue dormir, sente-se culpada pela separação do casal parental, ocorrida há doze meses, e não demonstra interesse por atividades que antes lhe despertavam alegria e prazer. A mãe relatou ainda que a filha parece triste, irritada e sem vontade de fazer as coisas. No contexto escolar, apresenta dificuldades de concentração e baixo rendimento. Além disso, há três semanas, não frequenta a escola. A procura pelo serviço de psicologia ocorreu depois de uma tentativa de suicídio da menina.
O quadro de Manuela não atende aos critérios diagnósticos de transtorno bipolar, tendo em vista que esse exigiria a presença de um episódio maníaco e ausência de episódio depressivo maior no passado.