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Carlos, aos quatro anos de idade, foi diagnosticado com câncer e, desde então, iniciou tratamento e acompanhamento na ala da oncologia pediátrica do hospital de sua cidade.
A terapêutica farmacológica, os efeitos colaterais e os riscos de recidiva são aspectos não ocupados pela psico-oncologia, uma vez que são atribuições do médico responsável pelo caso de Carlos. JUSTIFICATIVA – A psico-oncologia ocupa-se de todo processo que envolve a promoção da qualidade de vida do paciente com câncer, de modo a auxiliar o indivíduo e sua família no processo de enfrentamento da doença e de seu tratamento, tais como: o longo período de tratamento, a terapêutica farmacológica e seus efeitos colaterais, a submissão a procedimentos invasivos e significativamente dolorosos, alterações nos padrões de comportamento e riscos de recidiva. O acompanhamento do paciente e sua família torna-se um elemento crucial ao longo do processo.