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Tom, com vinte e três anos de idade, foi diagnosticado, desde os dezenove anos de idade, com esquizofrenia. Ele faz uso de medicação controlada e é acompanhado regularmente por psiquiatra.
De acordo com a escola das relações objetais, a esquizofrenia de Tom estaria relacionada a certa dificuldade do sujeito em se separar da figura materna, mantendo com esta uma relação unívoca, que impede o paciente de desenvolver um ego distinto e saudável.