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Um levantamento do Conselho Nacional de Justiça mostra que, atualmente, no Brasil, estão disponíveis para a adoção 4.799 crianças e adolescentes. São 27.437 interessados, mas a maioria não quer crianças com mais de cinco anos de idade. A preferência brasileira de adoção é por crianças com até dois anos de idade, e boa parte dos candidatos não aceita irmãos.
Autoridades do Brasil, Peru e Bolívia discutirão o assunto no VII Encontro Norte/Nordeste de Apoio à Adoção e no I Encontro Trifronteiriço de Adoção — Brasil/Peru/Bolívia, eventos que ocorrerão, pela primeira vez, no Acre.
A ideia é reunir famílias adotivas e pretendentes à adoção, conselheiros tutelares, profissionais dos sistemas de justiça, saúde e educação, assistência e promoção social, e integrantes do Ministério Público, gestores e pessoas da comunidade em torno do tema Rompendo as Fronteiras da Adoção — desafios e perspectivas da integração entre os povos do século XXI.
A realização é do Grupo de Estudos de Apoio à Adoção do Acre em conjunto com o Ministério Público do Estado do Acre e diversos outros parceiros.
As discussões irão contemplar os avanços e entraves das leis da adoção nos três países, além da integração de ações estratégicas com o Brasil para a consolidação de grupos de apoio à adoção no Peru e Bolívia.
Não haveria prejuízo para a correção gramatical do texto se, na linha 4, a forma verbal “quer” estivesse flexionada no plural, concordando com a palavra “maioria”.