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A sociedade atual não pode passar sem as indústrias. Talvez fosse possível, porém, conter o ritmo descontrolado de seu crescimento, se o homem moderno conseguisse abandonar o consumismo que o caracteriza. O consumismo é um processo eticamente condenável, pois faz que as pessoas comprem mais coisas do que realmente necessitam. Com sistemas complexos de propaganda, que envolvem sutilezas psicológicas e recursos espetaculares, industriais e produtores em geral convencem a população a adquirir sempre os novos modelos de carros, geladeiras, relógios, calculadoras e outras utilidades, levando-a a lançar fora o que já possui. Esse processo garante aos fabricantes uma venda muito maior de seus produtos, o que permite a ampliação contínua das instalações industriais. O consumismo não gera apenas os impactos ambientais decorrentes da necessidade crescente de energia e do próprio processo industrial, mas é causa de outro grave problema: o esgotamento dos recursos naturais não renováveis, isto é, daqueles que, uma vez consumidos, não podem ser novamente repostos, como, por exemplo, o petróleo e os minérios em geral.
O referente do sujeito da forma verbal “levando” (R.11) é a expressão “industriais e produtores em geral” (R.9), que exerce a função de sujeito da forma verbal “convencem” (R.9).