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Quando se fala em gramática, geralmente se pensa em um conjunto de ensinamentos sobre a maneira correta de falar e escrever uma língua ou em um livro que contenha esses ensinamentos. Trata-se de uma imagem construída ao longo de pelo menos vinte séculos, desde que os gregos — e, dando-lhes seguimento, os romanos — conceituaram gramática como a arte do uso correto da língua. Essa história abriga um extenso capítulo escrito a partir do final do século XV e recheado de episódios decisivos no curso dos séculos XVI e XVII, quando se consolidou o perfil das gramáticas normativas das línguas europeias modernas.
No primeiro período do texto, o elemento “que” é classificado como pronome relativo.