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A lentidão com que a economia norte-americana reage aos estímulos fiscais e monetários do governo Obama, comprovada pela manutenção de um elevado índice de desemprego — na faixa dos 10%, taxa muito alta para um mercado de trabalho desregulamentado como o dos EUA —, não é o único fator que justifica previsões pessimistas sobre a volta do crescimento mundial em bases sustentadas.
Além das incertezas europeias, agora é adicionado a esse cenário o risco crescente de uma guerra comercial, caso não haja algum acordo entre os EUA e a China sobre a manutenção do yuan artificialmente baixo. É o que o ministro Guido Mantega chama de “guerra cambial”.
Têm razão os norte-americanos quando reclamam do regime de câmbio quase fixo praticado pela China, e em uma tal paridade com o dólar que impede as exportações norte-americanas de conquistar mercados e, assim, ajudar na reativação da economia. O próprio Brasil é afetado pela política cambial chinesa, e por isso tem perdido mercados de produtos manufaturados até na América Latina.
Em relação às estruturas linguísticas empregadas no texto acima, assinale a opção correta.