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Aos poucos, os brasileiros repetem o que já acontece em países desenvolvidos: trocam o convívio real com pessoas em bares, restaurantes, reuniões de trabalho, salas de aula e até festas pelo contato virtual em celulares, nos quais podem ler emails, entrar em sítios, mandar torpedos. Quem está de fora geralmente reclama, com razão. Psicólogos e cientistas alertam para o novo fenômeno de massa, a escravidão virtual. Criados para otimizar o tempo e diminuir a dependência de um escritório fixo, os smartphones são símbolos de uma era em que “fazer-tudo-ao mesmo-tempo-agora” é necessário para dar conta das muitas obrigações pessoais e profissionais. Mas os psicólogos alertam para o fato de que o cérebro precisa de momentos de relaxamento, e engana-se quem pensa que joguinhos, Twitter e sítios de relacionamento configuram descanso.
Na organização das ideias no texto acima,