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O agravamento da crise urbana nos países em desenvolvimento e as mudanças políticas, sociais e econômicas, que, no momento, se processam em escala mundial, requerem novo esforço governamental para a organização das cidades e dos seus sistemas de transporte. O modelo de desenvolvimento centrado no transporte rodoviário provocou um desbalanceamento no transporte de pessoas e mercadorias no país, com consequências negativas relevantes nos campos energético e ambiental. Por um lado, congestionamentos crônicos, queda da mobilidade e da acessibilidade, degradação das condições ambientais e altos índices de acidentes de trânsito já constituem problemas graves em muitas cidades brasileiras. Por outro, as nossas grandes cidades formam a base da produção industrial e de serviços do país e terão sua importância aumentada em face dos novos requisitos de eficiência e competitividade que caracterizam as mudanças econômicas regionais e mundiais.
A ideia de que existem vários “problemas graves em muitas cidades brasileiras” (R.12-13) poderia ser expressa, sem prejuízo para o sentido, a coerência e a correção do texto, por meio da inserção da forma verbal há antes de “congestionamentos” (R.10).