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Toda atividade humana incide no ecossistema, seja pela extração de recursos (caso em que a natureza funciona como fonte), seja pelo lançamento de dejetos sob a forma de matéria ou energia degradada (caso em que atua como cesta de lixo). A respiração extrai oxigênio e devolve gás carbônico à ecosfera; a alimentação serve-se de solo, água, fotossíntese etc., e se converte em fezes, urina e energia térmica degradada; o automóvel, queimando combustível retirado de petróleo, polui e aquece o ar, virando sucata no final de sua vida útil. A natureza, enfim, é nossa fonte primordial e insubstituível de vida, e atua, ao mesmo tempo, como derradeiro escoadouro de sujeira.
O cerne de uma das correntes de pensamento econômico que definiu o conceito de desenvolvimento sustentável estilizado é a economia ambiental neoclássica, que, cada vez mais, tem se dedicado ao estudo dos problemas ambientais típicos das economias industrializadas.